Com investimentos de R$ 900 milhões Projeto Novas Minas é apresentado na Fiepa

No Pará, isso será fundamental para manter a produção anual em torno de 12,5 milhões de toneladas de bauxita
Foto: Divulgação / Fiepa

A Mineração Rio do Norte (MRN) tem um grande desafio pela frente: o Projeto Novas Minas (PNM), que garantirá a continuidade de suas operações em mais 15 anos. Com investimentos na ordem de R$ 900 milhões, o empreendimento operará em cinco novos platôs: Rebolado, Escalante, Jamari, Barone e Cruz Alta Leste. Isso será fundamental para manter a produção anual em torno de 12,5 milhões de toneladas de bauxita.

O projeto foi apresentado nesta terça-feira (24) para a Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), pelo presidente da Mineração, Guido Germani, acompanhado do diretor de sustentabilidade, Vladimir Senra, e da gerente de Comunicação, Karen Gatti. Pela Federação, participaram o presidente José Conrado Santos, os vice-presidentes executivos, José Maria Mendonça e Marcos Marcelino de Oliveira; o vice-presidente, Alex Carvalho; o superintendente do IEL, Carlos Auad; e o diretor regional do Senai e superintendente regional do Sesi, Dário Lemos.

Além da continuidade operacional, já que as atuais reservas de bauxita vão se esgotar em 2027, o PNM será importante para o desenvolvimento da região e do Pará, possibilitando a manutenção e criação de novos postos de trabalho, realização de projetos sociais e ambientais e recolhimento de impostos para os municípios de Oriximiná e Terra Santa que, com o PNM, Faro também passará a receber.

Método mais sustentável

Com o PNM, a empresa passa a utilizar uma nova tecnologia: o Método de Disposição de Rejeito Seco em Cava, que evita a construção de novos reservatórios, tornando a operação ainda mais sustentável. O rejeito de bauxita nada mais é do que resíduo que sobra após a lavagem do minério, em um processo simples, que não usa produtos químicos, apenas água. Com o novo método, após a secagem, o rejeito é retirado dos reservatórios e depositado nas cavas, ou seja, no seu local de origem onde a mineração de bauxita já foi finalizada, as cavas cheias são cobertas com camadas de solo e terra preta e reflorestadas com vegetação nativa.

Para acompanhar todas as etapas do PNM, basta acessar: https://www.mrn.com.br/projetonovasminas/

Atualizado em 25/01/2023 para correção do ano de 2026 para 2027 na frase:

Além da continuidade operacional, já que as atuais reservas de bauxita vão se esgotar em 2027,…

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